Terapia Na Fila Do Desemprego

A fila começa a se formar quase de madrugada. Para no momento em que surgem os primeiros raios de sol, a cadeia de pessoas em frente ao escritório do INEM se estende por toda a estrada, ao dobrar a esquina. Transcorre paralela a uma vala financiada com o Fundo de Investimento Local, uma quantidade criticada por aqueles que formam a fila, visto que acreditam que não serviu pra nada”.

“E, no momento em que acabarem as obras, o “, pergunta José Manuel, um jovem desempregado de 35 anos que aguarda a sua vez pra saber se tem direito a ganhar a prestação de 420 euros anunciado pelo Governo. Às 9: 00, hora de abertura do escritório do INEM pela localidade valenciana de Burjassot, a cauda é deslumbrante. Às vezes, de tanta gente, em poucos minutos se esgotam os números que são dadas no escritório.

Os funcionários não dão abasto e não todos os que vêm têm a capacidade necessária pra superar com as máquinas dispostas no escritório para atravessar a revisão, sem a necessidade de passar na janela. O gotejamento de pessoas que chegam da estação de metro mais próxima é frequente. Cada um resolve por uma forma de consumir o tempo de espera. Muitos se refugiam-se em teu mp3 ou devoram as páginas do “best-seller” de moda. Outros preferem participar das improvisadas tertúlias que surgem em corrillos durante a fila, durante o tempo que fumam um cigarro atrás do outro.

  • Usuário que reporta: M. Penteado ?como? 22:28 22 oct 2007 (CEST)
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  • AnselmiJuan 16:Trinta e quatro um dez 2016 (UTC)
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Entre eles, Carmelo e Gabriel conversam animadamente. Não se compreende; nunca antes se tinham visto, todavia o tempo fez com que a conversa flua de forma natural entre eles. Carmelo, trabalhador da construção civil que acabou de continuar desempregado, tem vindo a inscrever-se nas listas do INEM, perto com sua mulher, Maria. Fazia duas décadas, e que não pisava um escritório do desemprego, no entanto a recessão foi apanhado a contrapié aos cinquenta e cinco anos de idade.

Gabriel ouve concentrado as explicações do Carmelo. Felizmente, confessa, ele mantém seu posto de trabalho em uma organização do setor de madeira em que, não obstante, tem havido recentemente um expediente de regulação de emprego. Sua passagem pelo escritório do INEM é fortuito. “Tenho vindo a reparar o meu carro e fiquei surpreso de acompanhar tantas pessoas à espera, sendo assim me aproximar pra discutir com alguém”, reitera.

Enquanto Carmelo espera tua vez, comenta tua situação com Gabriel. Ambos recordam tempos de seca em que “não havia desemprego” e concordam com o diagnóstico do momento atual. “Se me dessem umas terras para trabajarlas, eu faria”, afirma Carmelo, quem tem a opinião de que o Governo, com a sua decisão de ampliar os impostos, “esticar a corda” em um assunto de imediato de si complicado.

“Como não procuram uma solução e, brevemente, não sei o que vai acontecer. Eu acredito que a violência e a conflitividade vai atravessar mais o Que vai fazer, senão a furtar, a pessoas que não possa conceder de ingerir aos seus filhos?

< / p>“, confessa com ar pesaroso Carmelo. A poucos metros, Salvador, vizinho de são paulo, apoia-se em uma lixeira pra completar um pedido diante o observar concentrado de sua mulher, Reme. Salvador, como Gabriel, também acaba de perder teu trabalho. Não entende o que é estar desempregado.


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